CHAVE SELETORA

ANTES EM CIMA 

DEPOIS EMBAIXO

DICAS

1. Entenda: os gastos serão diferenciados

Quem compra um veículo automático precisa considerar que os seus custos de manutenção são diferenciados. 

 

2. Fique longe dos "modelos-micos"

Um primeiro cuidado para evitar surpresas na oficina, ainda mais no Brasil, onde as transmissões automáticas começaram a avançar apenas nos últimos anos, é preferir os modelos mais vendidos e que contam com peças a preços competitivos, sejam nacionais ou importados.

Veículos com poucas unidades vendidas e carros antigos costumam ter problemas na manutenção (principalmente com a falta de componentes ou ferramental) e a conta pode assustar.

 

3. Aposte em prevenção

A durabilidade da transmissão automática está diretamente ligada ao cuidado que o motorista dispensa ao veículo. Após a compra, o ideal é consultar as tabelas de manutenção no manual do proprietário, com atenção aos prazos de troca do fluido hidráulico e filtro. Quanto mais perfeita estiver a lubrificação, menor será o desgaste.

Pela mesma razão, outra recomendação fundamental é corrigir qualquer vazamento o mais rápido possível. Mas, mesmo para sanar um pequeno problema, o mecânico precisa ser um especialista, ou poderá danificar o câmbio nas operações de desmontagem e montagem.

 

4. Fique atento na escolha da oficina

Como a transmissão automática é complexa e depende de vários outros sistemas para funcionar corretamente, inclusive eletrônicos, a escolha de uma oficina capacitada deve ser feita com cuidado.

5. Fique atento a pequenas alterações

Quando um câmbio automático apresenta uma quebra grave e cara, na maioria das vezes, o problema começou com uma pequena falha que foi ignorada. Então, um cuidado fundamental para se reduzir a conta da oficina é levar o veículo para uma revisão ao menor sinal de problema.

Uma quebra grave como o veículo simplesmente não conseguir andar já deu sinais de sua chegada muito antes.

 

6. Busque a média dos orçamentos

Diante de um problema na transmissão automática do veículo, o ideal é obter vários orçamentos para o reparo. A análise dos diagnósticos deve ser feita com calma e levando em consideração a impressão que ficou de cada oficina. Valores altos ou baixos demais devem ser evitados.

Para ganhar o serviço, muitos reparadores ainda preferem oferecer a “solução milagrosa”, trocando o mínimo necessário para anular a falha de imediato. São as piores propostas. Consertos superficiais geralmente sobrecarregam e quebram outras peças. O problema se torna crônico e cada vez mais caro. Muitos desistem e acabam vendendo o carro.

 

7. Exija garantia

Após fazer um reparo na transmissão automática, o proprietário deve exigir as notas fiscais das peças e serviços, além de um documento de garantia da oficina. Pode parecer exagero, mas a maioria dos bons profissionais oferece automaticamente essa tranquilidade aos clientes.

 

8. Os problemas mais comuns em carros automáticos

Assim como no caso do câmbio manual, os problemas são sempre gerados pelo mau uso, outros problemas podem ser gerados pelo esquecimento de fazer a troca de fluidos recomendada pelo manual do proprietário do veículo (geralmente a cada 40 mil quilômetros).

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